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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Serie: Ciclo de vida do amor. Parte 1

Eu adoro teorizar... Pensar às vezes faz bem para a nossa alma viajante... Hoje, pensando em um tema para o blog, lembrei de uma aula na minha faculdade sobre o 'CICLO DE VIDA DOS PRODUTOS'...


ATENÇÃO... Esta serie é lotada de metáforas e analises sem sentido do começo ao fim... Se não gostar pare de ler  e assista o vídeo da melhor banda do mundo e cante igual um Hare Krishna...Porém, se ainda estiver lendo este post, eu fico mais que agradecida!


O ciclo de vida do produto é dividido em quatro fases fundamentais que norteiam as estratégias marketing para o produto: a introdução (fase inicial onde um produto desconhecido é lançado no mercado, os lucros são relativamente pequenos ou não existem); crescimento (segunda fase, o produto é rapidamente aceito no mercado e à um significativo aumento na margem de lucros); maturidade (terceira fase, o nível de consumo se estabiliza, mas os lucros são gastos em marketing e melhorias do processo visando combater a concorrência); e finalmente declínio (ultima fase, o consumo cai drasticamente e os lucros vão com ele, é a fase de reinserção, revitalização ou abandono do produto).


Enfim... O que isso tem a ver com o titulo do post e com o fato de eu gostar de teorizar coisas sem nexo?

Bem... Assim como o produto tem seu ciclo, o amor também o tem (e quando eu disser 'amor', usarei um exemplo de amor romântico como figura ilustrativa desta tese, mas não se prendam apenas à esse tipo). Tudo começa quando uma pessoa descobre alguma coisa nova e legal, no nosso exemplo, uma pessoa A conhece uma outra pessoa B do sexo oposto (ou não), onde A é a empresa, B é o mercado e o AMOR é o novo produto. Esta é a fase de introdução do amor. 

A deseja que algum B conheça seu produto e o compre. A pode escolher entre quatro estratégias para divulgar o amor até algum B. Pode estar desesperado e lançar seu amor com baixo nível de exigência e alto grau de comunicação (leia-se: sai catando todo mundo na balada mais próxima), ou o contrário (leia-se: A fica em casa esperando o príncipe no cavalo). Pode ser que A seja exigente e apressado ou pode ser que A não esteja nem ai com a hora do Brasil.  



Continua no próximo post...


Anne Luka@@

Um comentário:

miesterludi disse...

ahhhhhhhhhhhhh, eu realmente me interessei, na hora que prendeu minha atençao vc para e deixa pro prossimo post... trate de postar a continuaçao logo kkkkk

Meus livros favoritos!